crônica

Quando o fim é inevitável

sexta-feira, janeiro 17, 2014 Eric Ventura 5 Comentários


Eu espero e você nunca chega.
Na minha própria prisão sou observado e eu tenho medo de ser encontrado.
Nos cantos onde olho estão juras eternas de casais, e nenhuma é de nós dois.
Eu quero, como eu te quero minha garota, só um beijo seu pode me libertar.
Faço um pedido de que eu não magoe o coração de mais ninguém, em troca só magôo o meu.
Enquanto leio sua mensagem, ouço as trilhas que me lembram você, fantasiadas por mim, apenas por mim. Quando termino de lê-la, a música acaba.
Eu precisava de apenas alguns minutos. E o tempo não me permitiu isso.
Cada vez mais você caminha distante.
Agora o vento apaga a chama do candelabro. É como o último enfeite de natal se apagando e anunciando o seu fim.
Hoje é um novo dia.
– Eric Ventura

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5 comentários:

  1. lindo texto *-* Dá uma passadinha no meu blog?
    http://www.blogdayararamos.com/2014/01/resenha-broto-de-bambu.html

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  2. "Nos cantos onde olho estão juras eternas de casais, e nenhuma é de nós dois." (Eric Ventura)
    Uma obra de arte essa frase prezado amigo!
    Continua valendo o convite para ser um de nossos escritores da rede Brasil Poesias, para inscrever um poema em nosso Concurso 500 Poemas de Amor, e agora convido-o também a visitar nosso site Amor & Poesias Messenger Love & Passion of Lustato Tenterrara.
    Abraços
    Lustato Tenterrara

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Não me lembro como cheguei aqui, só sei que não tenho vontade de ir embora!
    K.

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